PET CULT: Visita ao Teatro Amazonas
- Pâmela Lima e Igor Matheus
- 10 de jan. de 2017
- 2 min de leitura

No último dia 06/01/17 foi realizada uma visita ao Teatro Amazonas, um dia muito divertido e de grande ganho intelectual para os alunos.
O grupo planejou esta visita, pois nos chegou a informação de que a entrada estava sendo grátis para cidadãos amazonenses e por isso decidimos que era uma ótima oportunidade para que todos conhecessem melhor uma das mais antigas construções da cidade.
A visita guiada nos proporcionou uma pequena volta no tempo, nos fazendo lembrar das aulas de história sobre o período da borracha, que foi de extrema importância para a nossa cidade e um dos resultados dessa época foi a edificação do nosso estimado teatro.
O primeiro local a ser visitado foi a sala de espetáculos, no qual ainda se conserva uma cortina com a pintura original feita pelo artista pernambucano Crispim do Amaral (1845-1911). Ainda nesse mesmo ambiente podemos contemplar uma belíssima pintura no teto batizada de "a glorificação das Bellas Artes da Amazônia", o mais interessante dessa obra é que esta nos da a impressão de estarmos em baixo da Torre Eiffel.
Já no segundo andar vimos como eram as primeiras cadeiras feitas para o teatro, incríveis peças trabalhadas artesanalmente com palha da Índia. Uma curiosidade bem engraçada era o espaço destinado aos casais que estavam namorando que consistia em um grande banco no meio para os pais da moça e uma cadeira de cada lado, uma para a filha e outra para o genro. Igual a hoje, não é? Haha!
Também tivemos a oportunidade de nos olharmos através de um espelho de cristal que, segundo alguns, é um espelho que reflete fielmente a imagem. Vimos ainda o Teatro feito de Lego, vistamos uma sala na qual haviam alguns trajes usados em espetáculos, equipamentos usados antigamente e por fim o Salão Nobre, um espaço rico em beleza e história que encantou a todos do grupo.
Nesse dia o calor estava intenso e por isso após a visita nos reunimos em uma sorveteria próxima para nos refrescarmos e aproveitarmos a vista perfeita que tínhamos a nossa frente.
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